meu canto é assim
Nunca tem o mesmo efeito,
Às vezes manso ou forte,
Decidido ou sem jeito…
O meu canto é minha sorte,
Meu veneno, meu encanto…
Na vida o meu espanto,
Minha arma contra a morte.
O meu canto é meu choro,
É minha voz em coro
Gritando “ESPERANCA!”
O meu canto é minha herança.
Por isso a quem me escuta
Não concedo licença:
Também é sua a minha luta…
Também é sua minha sentença.
ass: fatus reais

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